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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Mulher Empreendedora no Século XXI

Falar sobre o universo feminino é uma das tarefas mais complicadas e penosas que existe. Motivo pelo qual é tão difícil encontrar bons trabalhos nesse sentido. Em 2010 fui procurado por muitos empreendedores e o que me surpreendeu foi que a grande maioria se tratava de mulheres em busca de orientação para conquistar sua independência. Não demorou para que identificássemos certas barreiras invisíveis que impediam um desen-volvimento saudável e satisfatório dessas mulheres, o que me levou a pesquisar exaustivamente as possíveis causas dessas barreiras psicológicas e emocionais que tornam a vida das mulheres muito mais complicada do que a dos homens.
Notei que muito poucos enveredavam por esse caminho e o motivo principal estava centrado na resistência da própria mulher em ousar sair de sua zona de ‘‘conforto’’. Estudando as raízes desse comportamento, descobri um material muito valioso explorado anteriormente por alguns historiadores, arqueólogos e mulheres brilhantes como Simone de Beauvoir, Colette Downling, Marie Curie, Andrée Michel, entre outras.
Entender o sexo feminino quando nem mesmo a maioria das mulheres deseja, diriam muitos, não é tarefa para um homem. Contudo, penso eu que esta ideia pode estar errada e que poderíamos aprender muito sobre ambos os universos, feminino e masculino, analisando-os por óticas diferentes e desprovidas do paradigma contaminado por preconceitos, discriminações e ideias distorcidas que ambos alimentam uns sobre os outros.
Foi assim que lançamo-nos no desafio de construir uma iniciativa que redescubra e atualize o universo feminino através de um debate que será lançado na palestra do dia 10 de março de 2011 no Pérola Clube de Birigui.
Quando escolhemos o verbo ‘‘Empreender’’ como foco da palestra foi porque em seu sentido maior, o de ousar, mudar, criar e lançar-se ao desafio de si mesma, está longe de ser a principal razão de existir da mulher na visão tradicional. Vemos isso na educação, na mídia, aliás, em tudo que observamos. Mesmo quando ousadas e empreendedoras, as mulheres, por razões que desconhecem, sempre exploram o mínimo de sua capacidade, não realizando plenamente o seu potencial que, me perdoem os homens, está muito acima do melhor que temos pra mostrar.
No dia 10, discutiremos as razões pelas quais as mulheres se limitaram e se limitam ainda. Falaremos dos maiores inimigos: Medo e Ansiedade. Discutiremos o peso de sua contribuição ao mundo e porque seria maior se usassem o seu potencial verdadeiro.
Não se trata de mais uma carga que a sociedade pretende impor a mulher já sobrecarregada. Trata-se, enfim, do alívio tão esperado e só conquistado através do entendimento de si mesmas. Esse é o convite final que estendemos a todas as mulheres e homens que pretendem verdadeiramente transformar o rumo de suas vidas.
O tempo de bater à porta já terminou. Agora é hora de abrí-la.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Como superar a Ansiedade e o Medo?

Eventualmente recebo mensagens de leitores, ou pessoas que assistiram alguma de minhas palestras, me perguntando sobre determinado assunto. Como alguns são muito parecidos, decidi responde-los por intermédio do meu Blog.
Desta vez, selecionei o e-mail da Sra. Eroni (vou chama-la assim para preservar sua privacidade), que me enviou um breve relato de suas agonias e me perguntou como poderia vencer a ansiedade e o medo. Bem Eroni, cada profissional irá lhe dar uma resposta e aconselha-la de várias possíveis maneiras, sempre ressaltando que se deve buscar a origem do desequilíbrio emocional que lhe causa a ansiedade ou medo. Contudo, com um argumento todos concordam: você tem que enfrenta-los.
É óbvio que não vou sugerir algo exagerado como: “Se a altura lhe causa medo, salte de paraquedas!”.
Primeiramente, devo informar que a ansiedade é algo natural e prepara o nosso corpo para enfrentar situações difíceis. O problema realmente se dá em virtude de como pensamos a respeito das coisas que nos cercam e principalmente quanto a nós mesmos. Nossa programação desde a infância produziu uma série de desequilíbrios emocionais e psicológicos e de alguma maneira somos confrontados em algum estágio de nossa maturidade o que nos força a vencer tais barreiras.
O processo de construção de um desequilíbrio psicológico ocorre gradualmente e quase sempre nos primeiros anos de vida de uma criança. Portanto, sua superação deve ocorrer da mesma forma, ou seja, degrau por degrau. Sendo assim, no meu exemplo do receio por lugares altos, o indivíduo deve primeiro superar pequenas alturas e gradativamente ir ganhando confiança. Suba em uma pequena escada de três degraus. “Ah! Isso foi fácil, não tive problemas.”, tente então trocar uma lâmpada sem ninguém por perto para aflorar seu sentimento de dependência. “Ufa! Foi mais difícil, mas consegui!”, agora, em doses homeopáticas, escolha desafios com um grau de dificuldade maior até resgatar sua autoconfiança que é a chave para a vitória sobre qualquer medo. Com a ansiedade o tratamento é o mesmo.
Vícios devem ser tratados com hábitos saudáveis contrários, temores devem ser superados com persistência, entretanto, paciência sempre será a melhor receita. Não se desfaz de um processo tão profundo em nossa mente apenas com uma sessão de hipnose, remédios inibidores (causam alívio, mas não suprimem a origem do problema) ou quaisquer métodos instantâneos oferecidos através de publicidade.
Eroni, estabeleça uma nova rotina incluindo exercícios físicos, tarefas desafiadoras e boa leitura. Esta rotina não só tornará sua batalha contra a ansiedade patológica menos sufocante, como lhe dará visões diferentes sobre o Mundo que vê e como sua visão influencia seu entendimento sobre o Mundo. Abraços.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

DESINSFORMAÇÃO À VENDA

Acho no mínimo curiosa a forma como alguns setores da imprensa atacam a falta de estrutura carcerária do Brasil, sobretudo, destacando a “desumanidade” no tratamento com os presos. Curiosa também é a maneira como exploram a “truculência” e o excesso de “força” empregados durante as prisões de criminosos. A mesma imprensa forma opiniões segundo o interesse de certos círculos da sociedade. Como poderia ser diferente? Um jornalista deve buscar sua sobrevivência e o jornalismo é um trabalho edificante para a sociedade, salvo quando não é feito com coerência. Em um país onde o cidadão, e aqui emprego o sentido pleno desta palavra, não tem acesso a saúde e educação de qualidade, onde nossa carga tributária, enorme, é pessimamente administrada, como podemos querer apresentar à sociedade uma sombra negativa sobre o trabalho da polícia sendo apresentada como despreparada, querendo manchar a sua nobreza (em sua maioria) se o cidadão está cada vez mais inseguro e temeroso.
Aos senhores jornalistas, um comunicado! A maioria de nós, não se importa com o tratamento recebido pelos presos. Esta foi a escolha deles!
Quanto a sua responsabilidade de informar, que seja melhor aplicada a ética tão cobrada das outras instituições. Vejo quase todos os jornalistas diplomados, que geralmente atacam aqueles que não o são, trabalhando contra essa ética ao não cumprirem sua obrigação em informar com imparcialidade e principalmente tornando público notícias falsas sem a confirmação de suas fontes baseando-se na idoneidade concluída.
Para vislumbrar o que estou dizendo, basta analisar a origem da Guerra do Iraque que só foi possível graças a um artigo falso veiculado em um dos mais importantes jornais do país. A fonte era do Pentágono e “não precisava ser confirmada”. Outro absurdo é o bombardeio de propaganda e manifestações intimidadoras quanto ao Aquecimento Global. Já são definitivas as provas de que esse fenômeno jamais teve coisa alguma a ver com o CO2 e sim com as atividades solares, mas, ainda assim, bilhões em recursos são destinados a cada minuto para a produção de energia “limpa” (e cara) onde apenas países emergentes e do terceiro mundo estão comprometidos. Exatamente como desejavam os países mais desenvolvidos para frear o processo de industrialização destas nações.
Quando o Sr. Lula defendeu a idéia de regular (ou censurar) a imprensa, fui um dos primeiros a me posicionar contra, e ainda sou, mas que realmente se torna necessária uma revolução na forma que nossos campeões da “verdade” empregam o seu poder, disso não há dúvida.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Quando Contratar uma Consultoria?


Tenho respondido a esta pergunta a muitos empresários que têm em seu armário de conceitos uma série de justificativas e com as mais variadas hipóteses que, na realidade, não passam de perigosas sabotagens ao seu desempenho.
A maior agressão, no entanto, advém da ilusão de que ”times que estão vencendo, não devem ser mexidos”. Na verdade, precisam ser estrategicamente modificados à medida em que a empresa nota o primeiro sinal de estacionamento nas metas.
O empresário quando inicia sua jornada rumo ao sucesso desejado, modifica seu horizonte de resultados através da expansão mental quando absorve nossos conhecimentos. Porém, duas coisas ocorrem durante o processo. A primeira é que por várias razões o empreendedor estaciona em determinado limite e a outra é que a empresa não acompanha a expansão do horizonte de resultados na mesma velocidade. Isso o conduz a falsa ilusão de que tudo corre bem e que os resultados não são melhores devido a fatores externos.
Acontece que seus colaboradores se estacionam nos limites invisíveis que a empresa criou e não estão mais aptos a promover, com energia e agressividade necessária, uma nova fase de transformação na empresa.
Voltando a analogia com o esporte, o time que está vencendo naturalmente força o adversário a promover mudanças para superá-lo. No mercado, essas mudanças são mais dramáticas e é onde o departamento de Marketing se mostra mais útil identificando, com antecedência as alterações no cenário. Cabe aí o emprego de ferramentas poderosas como o QFD (Quality Function Development).
No outro extremo da situação, encontram-se os empreendedores que reagem quando o desespero se traduz em quase morte do empreendimento. Esperam a situação se tornar mais favorável e conduzem todos os seus esforços para a fatalidade. Não se prepararam antes, não encontram tempo durante e acabam tornando a consultoria um processo caro e lento.
É assim que definimos o melhor momento para se contratar um consultor profissional: sempre que uma meta não for atingida, ou que seja necessário ajuda para atingir uma.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Palestra "A Mulher Empreendedora no Séc. XXI"


SEMANA DA MULHER: EM MARÇO, AS MULHERES SERÃO OUTRAS!
Uma Palestra onde a atenção é toda orientada às mulheres que buscam verdadeiramente experimentar todas as faces de suas qualidades como força, sensibilidade para as idéias e negócios, determinação e independência real. Participem e tragam suas amigas. O universo feminino já mudou, só falta um breve despertar para esse novo horizonte de oportunidades para as mulheres


Fundação Luminaris

As pessoas interessadas em adquirir os convites podem nos contatar pelo e-mail erica@luminaris.com.br .
Fundação Luminaris Soluções Empresariais Ltda.
Praça Américo Fiorotto, 169  - Centro - Birigui/SP - CEP 16200-023
Contato:  18 3642-5906 ou 18 8112-0348

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