segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

DESINSFORMAÇÃO À VENDA

Acho no mínimo curiosa a forma como alguns setores da imprensa atacam a falta de estrutura carcerária do Brasil, sobretudo, destacando a “desumanidade” no tratamento com os presos. Curiosa também é a maneira como exploram a “truculência” e o excesso de “força” empregados durante as prisões de criminosos. A mesma imprensa forma opiniões segundo o interesse de certos círculos da sociedade. Como poderia ser diferente? Um jornalista deve buscar sua sobrevivência e o jornalismo é um trabalho edificante para a sociedade, salvo quando não é feito com coerência. Em um país onde o cidadão, e aqui emprego o sentido pleno desta palavra, não tem acesso a saúde e educação de qualidade, onde nossa carga tributária, enorme, é pessimamente administrada, como podemos querer apresentar à sociedade uma sombra negativa sobre o trabalho da polícia sendo apresentada como despreparada, querendo manchar a sua nobreza (em sua maioria) se o cidadão está cada vez mais inseguro e temeroso.
Aos senhores jornalistas, um comunicado! A maioria de nós, não se importa com o tratamento recebido pelos presos. Esta foi a escolha deles!
Quanto a sua responsabilidade de informar, que seja melhor aplicada a ética tão cobrada das outras instituições. Vejo quase todos os jornalistas diplomados, que geralmente atacam aqueles que não o são, trabalhando contra essa ética ao não cumprirem sua obrigação em informar com imparcialidade e principalmente tornando público notícias falsas sem a confirmação de suas fontes baseando-se na idoneidade concluída.
Para vislumbrar o que estou dizendo, basta analisar a origem da Guerra do Iraque que só foi possível graças a um artigo falso veiculado em um dos mais importantes jornais do país. A fonte era do Pentágono e “não precisava ser confirmada”. Outro absurdo é o bombardeio de propaganda e manifestações intimidadoras quanto ao Aquecimento Global. Já são definitivas as provas de que esse fenômeno jamais teve coisa alguma a ver com o CO2 e sim com as atividades solares, mas, ainda assim, bilhões em recursos são destinados a cada minuto para a produção de energia “limpa” (e cara) onde apenas países emergentes e do terceiro mundo estão comprometidos. Exatamente como desejavam os países mais desenvolvidos para frear o processo de industrialização destas nações.
Quando o Sr. Lula defendeu a idéia de regular (ou censurar) a imprensa, fui um dos primeiros a me posicionar contra, e ainda sou, mas que realmente se torna necessária uma revolução na forma que nossos campeões da “verdade” empregam o seu poder, disso não há dúvida.

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